segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Hamlet


Estive lá! Quase dormi. 3 horas sentada, não é mole.
mas vale a pena.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Aleluia! Ela veio!

Segunda-feira cheguei à biblioteca lenta e com os pensamentos embaralhados, acho que é por causa do famigerado aquecimento global, sem imaginar o que estava por vir....
Às nove horas da manhã me dirigi a copa, como de costume e passando pelo Setor de Projetos topei com a Bete. Sim a Bete chegou! a Bete veio! Veio balançar e sacudir a poeira dos livros.
A princípio achei que era uma miragem, que meus olhos estavam confundindo alguma aluna com a figura da Bete, ou pela vista turva devido a falta de chuva em São Paulo, mas aí ela emitiu um som:
- Cheguei!
Pensei alto:
- Deus começou a olhar para nós!! Ai Jesus!
Felizes com a sua chegada, demorou mais veio, festejamos com um bolinho e café na copa. Enfim mais dois braços para guardar livros, mais duas mãos para digitar o que for preciso, mais uma boca para comer os biscoitinhos na copa! E depois dos blábláblás, das fofocas, dos comentários do fim de semana, nos perguntamos:
- Quem vai ficar com a Bete?
Suspense.....
A Rosilene já estava lá, toda serelepe, mostrando o seu setor, o de Projetos. A Mônica precisando urgente de alguém para por a sua prole em dia (explicando a prole: Índice de Arquitetura Brasileira e o cadastro da Produção (in)científica).
Eu preciso de um ser pensante para tombar as doações, que andam caindo na minha mesa feito bala perdida dos morros do Rio de Janeiro.
A Turma da Dina, isto é, do atendimento, sabe, aquele povo que fica no balcão sempre sorrindo, engolindo sapo, abelha, mosca, pois quem encosta o umbigo lá, “tem sempre razão” , mestre ou aluno? nem piou.
A Edla, a bibliotecária turista e chiquééérrrimaaa, que já está indo viajar logo logo, nos deu um golpe de mestre usando a sua arma poderosa: desceu do salto Cordoban, abriu a sua bolsa da Fendi e de lá tirou a sua arma! E com um Tsssss vaporizou o nosso ar com o seu Chanel n.5, nos paralisando feito estátua e impedindo qualquer reação ao seu próximo golpe fatal:
- Bete, você é minha! Sente-se aqui que vou chamar a Regina para te ensinar o serviço, pois ainda tenho que fazer umas comprinhas virtuais.
Quando o efeito do perfume passou, depois daquele quem sou eu, onde estou? Nos demos conta que era tarde demais a Edla já havia a cooptado, pra não dizer seqüestrado.
Mas como nós trabalhamos em equipe e sabendo do breve embarque da chiquéérrimaaa rumo ao United States, é bom que a Bete assuma o serviço, antes que sobre mais serviço para a Mony.
De qualquer forma, vai um soneto:
Bete.
Esteja onde estiveres.
Tu és bem vinda.
ALELUIA!!!!!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

De olhos abertos

Era uma vez, num futuro quase próximo, no Japão, uma japonesinha neta de uma japonesa bibliotecária da FAU.
Certa vez a japonesinha, vendo o robô doméstico da sua mãe atarefado fazendo uma torta de kiwi e manga, teve a brilhante e antiga idéia de levar um pedaço da torta para a sua super-moderna avó. Ela sabia que a vovó adorava transformações em sua pessoa. Conheceu toda a evolução da anciã através das fotos daquele antigo orkut. Como também era amiga dos cinco netos da Let´s ( que ainda não tem nome, mas que serão cinco, ah! isso serão) conhecia também antigo blog da Let´s, onde estava repleto das estórias da avó.
Aí ela avisou a mãe que ia levar o pedaço do doce para a Neusa lá na FAU, mãe concordou com a condição que não parasse no caminho.
– Ok, mamy, respondeu a filha.
Pegou a sua nave espacial infantil e voou do Japão para o Brasil rapidinho, mas chegando em São Paulo, viu que o trânsito estava parado e resolveu fazer um pit-stop em Copacabana, no Rio de Janeiro. Era a hora do rush da manhã e poderia esperar até às 10h, quando a vovozinha costumava tomar café com as colegas da biblioteca.
Esticou a toalha na areia e ficou admirando as águas poluídas do Atlântico. Deu um tempo, tomou água de côco, conversou com um surfista, que definitivamente não será o Lobo Mau desta estória. Às 10 horas, colocou o capacete e o macacão prateado, itens essenciais para pilotar naves espaciais infantis e rumou para São Paulo. Em dois minutos chegou ao destino.
Como já era conhecida na Biblioteca, entrou sem cerimônias perguntando pela querida vovozinha. A Regina que ainda estava no balcão de empréstimo, de barba branca de molho, avisou que provavelmente ela estaria tomando café.
Ao chegar à copa, todo mundo fez festa:
- Olá! Como vai? – disse a Rita
- Como está linda a sua neta! Comentou a Araci
- Ah, há! Trouxe docinho para a vovó? Emendou a Mony.
Respondeu um arigatô para aquele povo escandaloso. Acanhada foi se chegando perto da avó e falou baixinho, mal de família ou da etnia?
- Vovó pra que este decote tão grande?!
- É pra ventilar melhor o pescoço, respondeu a Neusa.
- Pra que este cabelo de espanador?
- É para arejar as idéias.
- Pra que este salto tão alto?
- É pra subir na vida.
- Pra que esta plástica nos olhos?
- É para abri-los e enxergar looongeeee!!!!!!
- Será que também posso abrir os meus?É que assim o mundo parece pequeno.
A Neusa deu um sorriso e explicou para a neta que ainda era cedo e também era por isso que os japoneses transformava toda nova invenção do Ocidente, num mesmo objeto na versão micro.
- Então tá-né-vó. Come a torta que tenho que voltar pra casa.
E lá se foi a japonesinha feliz da vida, almoçar sushi e peixe cru no Japão.

Falta-me fé

Hoje visitei o meu dentista e mais uma vez lhe perguntei: É hoje?
- Não, não será hoje e nem mês que vem.
Senti uma dor no peito e uma angústia por ainda não poder comer torresmos.
Contudo, desta vez ele foi bonzinho, deu algumas explicações, que no fundo eu já sabia.
Como escrevi em Valei-me Santa Apolonia, o dentista não que acabar com o seu brinquedinho. O raio do dentinho, que para mim já desceu tudo o que tinha que descer, para ele ainda não. A cada mês o maldito desce milímetros e como ainda faltam alguns outros milímetros...quiçá no Natal poderei ceiar sem percausos.
Bem que a Vilani avisou: vai durar seis anos!
Decididamente falta-me fé, então vou seguir os conselhos da Araci (outra amiga de trabalho) e mentalizar todo o poder do meu pensamento, tipo o filme O Segredo, para esta longa caminhada da estética dentária terminar e eu poder engordar!!!!!

Salve, Salve São Barnabé

Não sei por que (des)cargas d´água o diretor da FAU decidiu disponibilizar para todas as funcionárias, um único, mísero e fedorento banheiro.
No final do ano passado, veio o ofício da diretoria comunicando a mudança imediata e sem choro nem vela para São Barnabé, o Santo protetor dos funcionários públicos.
Diante da democracia, sem consulta às bases, esvaziamos nossos armários particulares, cheios de pastas e escovas de dente; escovas e pentes de cabelo; batom, sombras, sabonetes, sabonetinhos, toalhinhas, absorventes, perfumes, potinhos, papel higiênico para uma emergência mais sólida, enfim, mil coisas e coisinhas, para os homens dos serviços gerais carregarem nossos arquivos, armários e/ou guarda-roupa para a nova moradia.
Assim, num espaço claustrofóbico de 6 x 5m2, com três latrinas, portas sem trincos, sem janelas, duas pias e paredes pintadas de vermelho-sangue e azul-petróleo (as cores primárias da arquitetura moderna brasileira) aboletamos 2 armários cinzas que somam-se 20 portas, um armário de madeira pintado de branco, com 10 portas e por fim, um guarda-roupa marrom. Considerando que cada portinha de armário é ocupada por duas pessoas ou mais, calculo umas trinta usuárias para três míseras privadas.
É lógico que esta quantidade de armários impede a boa circulação, teve um dia que calculei mal a passagem e bati a cabeça na quina da porta, vi estrelas, por sorte estava sozinha e não paguei mico.
A hora do almoço é um sufoco, faz fila para usar as três latrinas, fila para escovar os dentes, quando há serviços de cabeleireiro das moças atualizando as chapinhas aí o ar fica insuportável! O ar parado e quente do secador deixa a paisagem nebulosa e irrespirável, mas mulher que é mulher suporta qualquer dor ou qualquer provação pela vaidade.
A primeira hora da manhã, quando as faxineiras ainda não passaram por lá, a melhor opção é o banheiro da rodoviária mais próxima...! Papeis higiênicos transbordam dos lixos, nem Berlusconi resolveria este problema. Sabe aquela coisa de matar aula no banheiro? Neste, nem pensar.
Como a ventilação é inexistente, na falta de janela para o ar circular, fizeram um puxadinho: um cano que exausta o cheiro para o lado de fora bem em cima da porta de entrada/saída.
A história nos ensina que os banheiros surgiram por volta de 2.500 A. C., dentro das pirâmides para tornar a eternidade dos faraós mais agradável.
Em Roma:“ Nos banhos públicos aconteciam reuniões, encontros, conversas e acordos que impulsionavam tanto a política como as artes e as ciências...”
Mas foi na Idade média que identifiquei na nossa atual situação:
“A Idade Média, muito apropriadamente chamada de Idade das Trevas, protagoniza o total sepultamento dos hábitos de higiene. A Igreja, poder político e cultural absoluto, abominava os banhos tratando-os como "Orgias Pecaminosas". Nos castelos... os "banheiros" eram escuros, pois, acreditava-se que no claro as moscas e demais insetos se aproximavam e transmitiam doenças...”
Aí veio o século XX mudando o nome para toilette e arquitetos de interiores especialistas neste nobre cômodo, transformando-os num espaço de descanso e saúde!. Quem nos dera!
Como não somos faraós, políticos e nem milionárias, só nos resta rezar para São Barnabé.
Salve, salve meu Santo protetor!

domingo, 29 de junho de 2008

Janelas vizinhas

De repente a gente descobre que a nossa vida está sendo invadida por olhares estranhos. Não de câmara de segurança, que já nos acostumamos, mas de olhares vizinhos, vizinhos das janelas do meu apartamento. Onde quer que eu vá, meu quarto, quarto da minha filha, sala, sempre haverá a possibilidade da minha intimidade estar sendo invadida por um olhar. Um olhar azul? Verde? Castanhos? Olhares jovens? Olhares idosos?
Numa distância de uns 200 metros, creio, pois não sei quantificar ao certo a distância, alinha-se um prédio baixo de 4 andares, com duas sacadas voltadas para o meu prédio. A pesar de eu estar no sétimo andar, a impressão que tenho é que estamos alinhados frente a frente.
No terceiro andar mora um gordo, que todas as manhã sai na sacada, acho que é para sentir o clima e decidir a roupa que vai vestir. O seu interesse porém, não é a minha janela, pois sempre o vejo com o rosto voltado para as janelas das Ligas das Senhoras Católicas, onde moram moças de fino trato.

Todas as manhãs sofro na minha decisão do “com que roupa eu vou”.
Depois do meu café da manhã de pijama e ler o jornal, tomo o banho e inutilmente vou calculando a roupa, os sapatos, o casaco, a bolsa, o batom, bijous e perfume que vou colocar, porém invariavelmente o que planejo não combina com o humor do dia. Aí começa o meu desespero, os minutos se passam, o rádio vai repetindo as horas e me pego afobada pondo e trocando a calça por uma saia, a camiseta por uma blusa, o sapato por um tênis, troco tudo de novo e as roupas vão saindo do guarda-roupa e sendo empilhadas na cama já desarrumada. A minha ira cresce, pois o quarto cada vez mais vai ficando uma zona.
Quando chego a um acordo da roupa e dos sapatos com o estado de espírito do dia, perco mais alguns minutos enfiando o que restou das peças não escolhidas no guarda-roupa. Batom, perfume, trocar de bolsa? NÃO! Nem pensar, isto significa mais minutos perdidos na minha vida. Um amigo meu, sugeriu que abrisse a janela, que a luz do dia facilita a escolha da roupa. Mas com o meu vizinho gordo, abrir a minha veneziana, nem pensar! Sei que o seu interesse não sou eu afinal, já passei dos quarenta e nada mais está firme como nos meus 20 e 30 anos, mas mesmo assim, não em sinto segura seria como a sua respiração no meu cangote. Talvez trocar a lâmpada por uma mais forte, melhor seria comprar roupas novas.

Hoje é sábado, saí da cama às 8.30 h. e ao levantar a minha veneziana, constatei que as portas das sacadas do apartamento do gordoto ainda estavam fechadas. Dormindo?, pensei. Hoje é sábado e geralmente acordamos mais tarde.
Tomei o meu café, lavei a louça, voltei à sala e as portas continuavam fechadas. “a balada foi boa ou o gordo é dorminhoco?”.
Voltei aos meus afazeres de sábado: lavar roupa, arrumar armário, falei com minha mãe pelo telefone que me alertou que já era hora de fazer o almoço. Instintivamente olhei para o prédio vizinho. Tudo fechado, inclusive o segundo andar, no primeiro nunca vi ninguém. Gordo viajou? E a moçada do segundo, onde estarão? Lembrei então, que neste andar, moravam duas moças e um rapaz que costumavam ficar de roupas íntimas pela casa com as portas escancaradas até durante a noite. Saber que eles andavam de cueca e calcinha a qualquer hora do dia não é culpa minha, afinal eles é que deixavam as portas abertas, é também o que me fez deduzir que o apartamento deve ser um forno e que por isso, o gordo saia na sacada todas as manhãs para refrescar o corpo e não para devastar as janelas das moças de fino trato.
Mas onde estarão os três pelados? Era divertido ver a moçada pela janela, era como assistir um filme sem fala da vida cotidiana. Um big brother gratuito. Certa noite, uma sexta-feira, dia de balada, eu estava trabalhando no meu micro e ao dar uma pausa para o pensamento fluir, percebi os três indo e vindo de um cômodo ao outro. Por vezes, alguém sumia por uma porta ao fundo. Fiquei olhando para tentar descobrir o que acontecia. Até aquele momento não sabia quem morava lá. Podia ser uma república de moças e o cara estava visitando.
Será que vai rolar uma festa? Tem uma no telefone... estão combinando um programa ou um convidado está perdido? O rapaz some uma moça mexe na cômoda, faz o gesto de colocar o brinco na orelha. A outra desliga o telefone... passa para o outro cômodo e fala com a amiga, o rapaz reaparece... vão os três para o cômodo da esquerda e abrem a porta, creio que de saída. Uma volta e pega a bolsa. Beijam-se como uma despedida. O casal some e fica uma moça. Ué? Ela não vai para a balada? Volta e pega o telefone. Ah, rá! está combinando um programa com outra pessoa, desliga e some, mas não apaga as luzes. Volto a me concentrar no meu micro. Minutos e horas se passam, quando a minha curiosidade volta o meu olhar para o segundo andar as luzes estão apagadas, mas a s portas continuam abertas. Elas não têm medo de bicho entrar, de uma baratinha voadora invadir o seu espaço? São umas loucas!

Somente hoje me dei conta que a turma não está morando mais no segundo andar. No meio da tarde vi as portas abertas e percebi que o apartamento estava vazio. Havia dois rapazes, será que serão os novos moradores? Acho que estão fazendo faxina ou pintando o apartamento, não deu para perceber ao certo. Ficarei de olho, amanhã chegarei a uma conclusão, tudo dependerá se as portas estarão abertas. O gordo ainda não voltou.

domingo, 15 de junho de 2008

Valei-me Santa Apolônia!



15 de julho de 2008.
Pelos meus cálculos só faltam 41 dias ou 984 horas, para o dentista tirar o este maldito aparelho das minhas arcadas. Sobrevivi aos últimos 689 dias da minha pacata vida, passando fio dental com agulinha de plástico, que para quebrar a monotonia, às vezes era azul, outras amarela ou branca. E devido a minha idade avançada, tipo muito-pós-adolescente, não podia esquecer os óculos para enxergar os “entre-dentes” no espelho.
Nos últimos 47 meses, passei por maus bocados, como minhas amigas haviam precavido:
Comer beterraba: deixa tudo vermelho;
Comer hot-dog: o pão mole incrusta nos ferrinhos;
Comer folhas verdes: cola em lugares nunca dantes imaginados, na história deste país;
Depois do “aperto” mensal que o dentista dá: ficamos uma semana na papinha, sonhando com um bom naco de torresmo, ou uma torrada para os lights.
Como eu disse em 2006, o dentista previu dois anos e tratamento no máximo! Contudo, minha amiga Vilani vaticinou: eles sempre falam dois anos e ficamos seis. Arre égua, ai, ai, ai. Ando desconfiada que a coisa pode se alongar, pois nas últimas consultas sempre pergunto:
- E aí, é hoje que você vai tirar o aparelho?
- Qual é a previsão?
E ele sempre responde com um ãh, hã, um sorriso, um riso, uma gargalhada e desconversa, falando do tempo, da política ou da falta de grana.
Todos os dias, analiso a minha situação dentária e concluo que os objetivos já foram alcançados, isto é, descer um dente, empurrar os superiores para o lado esquerdo e para trás, fechando o buraco deixado por um dente, o tal que em 2006, meu irmão bravamente arrancou. Digo bravamente nos dois sentidos: heróico e raivoso.
Às vezes penso que o sadismo nato de todo dentista, faz o meu não querer terminar o tratamento. Como pode querer acabar com o seu próprio brinquedinho? Deve ser prazerosos encaixar borrachinha por borrachinha em cada bráquete, passar o fio de aço, torcer com o alicate, cortar e apertar até o paciente grunir de dor e ainda perguntar de está doendo! Este prazer meticuloso, concluo, chega as raias da sodomia. Se não aperta um aparelho ortodôntico, nos tortura com o motorzinho, arranca um dente com o buticão (este nome sempre me assusta), suga nossa alma com o sugador de salivas, sem falar quando quer que o paciente discuta a situação política país de boca aberta.
Agora só me resta rezar para Santa Apolônia abreviar este meu sofrimento, nas próximas 984 horas, é óbvio e que este tratamento chegue ao fim em 26 de julho de 2008, quando completa-se dois anos de via férrea em meus dentes.

Amém.

Nota: Santa Apolônia fez parte de um grupo de virgens martires que padeceram em Alexandria no Egito, durante um levante local contra o Cristianismo antes da perseguição de Décio. De acordo com a lenda, durante sua tortura teve ainda todos os seus dentes violentamente arrancados ou quebrados. Por esta razão, é popularmente considerada como a padroeira dos dentistas e daqueles que sofrem de dor de dente ou outros problemas dentais.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Apol%C3%B4nia